Laís
está vivendo o processo de aceitar seu cabelo cacheado. Mesmo tendo a mim como modelo, ainda relutava
muito em sair com os cabelos soltos, me pedia sempre para fazer rabo de cavalo.
Ele fica bastante cheio e o volume a incomoda. Eu ensinei que cabelo enrolado
não pode se ficar mexendo, pois desmancha os cachos. Mas ela nunca aguentava
ficar muito tempo sem colocar a mão nos cabelos... e adeus cachos. Outro dia saímos e Laís aceitou libertá-los do elástico. E mais:
aguentou firme a vontade de mexer nas
mechas. Quando chegamos ao local, uma pessoa perguntou: "Qual é o segredo
desses cachinhos?" Ela respondeu:
"É não mexer." Voltou
pra casa toda orgulhosa. Os cachos eram
o seu troféu.
terça-feira, 8 de novembro de 2016
domingo, 6 de novembro de 2016
Garoando (Fabiana Esteves)
"Mãe tá garoando..."
"E o que é garoando?"
"Tá pingando pequeno..."
"E o que é garoando?"
"Tá pingando pequeno..."
Está garoando
Pingando pequeno
Miúdo
Levinho
Feito gota de orvalho
Na folha de árvore
Na calçada
Tem poça
Tem piscina de Polegarzinha
Recebendo bicadinhas
Caídas de nuvem
Está garoando
Pingando pequeno
Miúdo
Levinho
Daqui de dentro
De grande
Só a vontade de brincar
Lá fora
E a imaginação
Que cresce
Feito bolha de sabão
Pingando pequeno
Miúdo
Levinho
Feito gota de orvalho
Na folha de árvore
Na calçada
Tem poça
Tem piscina de Polegarzinha
Recebendo bicadinhas
Caídas de nuvem
Está garoando
Pingando pequeno
Miúdo
Levinho
Daqui de dentro
De grande
Só a vontade de brincar
Lá fora
E a imaginação
Que cresce
Feito bolha de sabão
sábado, 5 de novembro de 2016
Dica de livro ( by Andreia Marques)
Quanta tristeza deve existir no canto de um passarinho preso
em uma gaiola? Claro que não podemos mensurar, mas se fôssemos capazes de
decifrar sua linguagem, certamente entenderíamos que seu canto é uma forma de
lamento, de súplica por liberdade. É e justamente sobre esse tema que aborda o livro Viveiro de
Pássaros, de Braguinha (Editora Rocco). Na história, Seu Manduca e seu filho Pinduca possuíam
um grande viveiro. Lá existiam vários tipos de passarinhos, que cantavam uma
sinfonia triste, peculiar dos animais que foram feitos para voar e não para
serem mantidos num espaço minúsculo. Assim viviam todos os dias até que, em
determinado momento, chega neste viveiro um ilustre pica-pau-de-penacho.
Esperto como ninguém, ele decide que não ficará ali por muito tempo e trama um
plano para escapar daquele cativeiro. E será que ele conseguiu?
As ilustrações são graciosas. Tatiana Paiva utilizou
recortes de papel, retalhos de tecido, bordados, pinturas e texturas para
compor o visual da história. O resultado final foi bem criativo, colorido,
maravilhoso mesmo.
Sobre o autor:
Carlos Alberto Ferreira Braga, o Braguinha ou João de Barro,
nasceu no Rio de Janeiro em 1907. Morreu em 2006. Era compositor, roteirista,
assistente de direção e dublagem.
Sobre a ilustradora:
A ilustradora Tatiana Paiva nasceu em São Paulo em 1977. Seu
trabalho está disponível no site http://www.tatipaiva.com.br/
![]() |
| Andreia Marques é escritora e designer. http://www.andreiamarques.com.br/ |
quinta-feira, 3 de novembro de 2016
Do jeito dela...
Cada vez tenho mais certeza de que todo ser humano tem seus processos bem particulares de aprendizado. Ísis é o maior exemplo disso. Não mostra concentração nem pra comer, só consegue manter a atenção quando faz arte, sua maior paixão. Ama pintura, recorte e colagem, escultura... Mas agora algumas de suas atitudes têm me surpreendido muito. Ela sempre leu muito comigo, geralmente histórias já conhecidas...eu vou parando onde ela já consegue ler sozinha. Não se atrevia muito a tentar livros diferentes, preferia se acomodar nas palavras que sabe de cor, que não são poucas. De uns tempos pra cá, tudo mudou. Mais precisamente quando notou que a irmã não precisa mais de mim para ler os livros que deseja. Agora quer tentar novos livros e às vezes engata um no outro, sem demonstrar cansaço. Novidade para quem não se concentrava em nada. Novidade para quem deixa os deveres da escola sempre incompletos. Ela ainda desanima diante de uma palavra que não domina, é claro. Neste caso eu leio, mas ela tem até tentado arriscar. O processo de alfabetização da Ísis é muito centrado na imagem mental das palavras, as intervenções a atrapalham imensamente, a deixam insegura... Acho que nunca acompanhei nenhum aluno que fosse assim, ou não tinha olhos de ver ou feeling para perceber, não li as entrelinhas. Ela tem seu estilo. Tem um tempo próprio, um jeito muito particular de construir conhecimento... E veio para desestabilizar tudo que eu pensava que sabia. Hoje de manhã eu a flagrei deitada na minha cama com um livro de poemas do Manuel Bandeira que tirou da estante, muito antigo, sem capa. Estava lá, tentando ler um poema sozinha... Quando me viu, pediu ajuda. No entanto, já não estou tão certa de quem realmente precisava de ajuda no momento, se ela ou eu.
segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
Deixa eu ficar?
___
Deixo.
___
Deixa mesmo?
___
Deixo sim.
___
Então deixa.
Terminamos
de ler A Bolsa Amarela hoje. Terminou
assim, de um jeito triste. Eu não gosto de terminar meus livros favoritos.
Gosto de ficar gestando, gestando, colhendo cada palavra devagar, um pouquinho
a cada dia... Sinto que para a Laís também foi assim: “O que vai acontecer com
a Raquel agora?” “O livro acabou aqui, filha, o resto é com você..." “Mas eu
não sei...” E depois de um papo sobre como conheci a Bojunga, pelas mãos da
professora Leile, na quinta série do Educandário Madre Guell, ela e eu chegamos
a conclusão de que não vamos deixar nossa vontade de escrever crescer nem
engordar. A gente vai escrever e pronto! Porque os livros se escrevem aqui, na
nossa cabeça, não precisamos de caderno, papel... A gente imagina e pronto! O
livro se escreve. Pena que nem todo mundo pense assim. E para as férias,
planejamos muitas idas à biblioteca.
domingo, 20 de abril de 2014
sábado, 31 de agosto de 2013
Observadora atenta
A caixa que
embalava minhas encomendas
virou uma casa , um
capacete de bombeiro
e, depois de toda
furadinha com lápis
de cor , uma caverna
repleta de icebergs .
Pecado pedir que elas parem para fazer o trabalho de casa .
Não pedi, recolhi-me ao posto de observadora atenta .
Não quero mais
ser aquela que
impede, tolhe, ordena, julga... Quero ser aquela que ajuda ,
atende, acolhe e ama . E mais nada .
Recolho-me às insignificâncias da minha humilde função : ser mãe , ainda que o cargo me custe uma casa
desarrumada (indigna de visitas mais exigentes ), um relógio biológico onde
se marcam um sem-número
de noites mal
dormidas , um
cabelo por
pintar , uma perna
por depilar ou um outro curso de pós graduação por começar .
Não procuro reconhecimento
futuro , virtudes
acadêmicas... Apenas dois rostinhos que me fitem,
ao final do dia ,
cansados de muitas e muitas invencionices ...
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Aprendendo a ler em casa
Não publiquei aqui ainda o diário da coqueluche e suas complicações porque fui postando no facebook, dia a dia e compilei tudo no outro blog.

Por estarem todo este tempo fora escola (a doença começou no meio de fevereiro) tenho tentado compensar para que elas não desacostumem de estudar e para atender ao pedido da Laís para que eu a ensinasse a ler. Faço as atividades em qualquer lugar, preciso apenas de cadernos e lápis. Parlendas, músicas e histórias são o material que elas já guardam na cabeça e servem de eixo para as descobertas. Ontem elas conseguiram reconhecer o primeiro valor sonoro, numa discussão acerca de como começava a palavra BRAVA. Para Ísis começava com B de Bernardo e para Laís, com A. Ninguém chegou a conclusão nenhuma, mas eu vi como faz diferença um trabalho sistemático, mesmo que feito assim, na sala de espera dos consultórios, no carro ou nos quartos de hospital. Na lista com os nomes das princesas, já incluí pares começados com a mesma letra. As intervenções ainda estão na fase da informação, mas aos poucos as perguntas vão se anunciando, devagar... Hoje mesmo peguei as duas sentadas na minha cama, caderno na mão, lendo com o dedinho a parlenda do 1, 2 feijão com arroz. Para uma professora alfabetizadora, é um momento que não tem preço...
Os números eu deixei com a série Umizoomi e aproveito a vontade que elas têm de falar ao telefone (principalmente com os avós) para incentivar que elas liguem sozinhas. Outro dia acordaram o avô às sete da manhã, em pleno domingo...
domingo, 10 de março de 2013
Remédio que não acaba mais...
|
|
LAÍS
|
ÍSIS
|
|
6 :00
|
ZINNAT 5 ML
|
1
|
|
6:30
|
BAMBAIR 5 ML
|
BAMBAIR 10 ML
|
|
7:00
|
CETOTIFENO 5 ML
|
CETOTIFENO 5 ML
|
|
7:30
|
ACETILCISTEÍNA
5 ML
|
|
|
7:30
|
|
|
|
7:30
|
FLUIBRON A
|
|
|
12:00
|
|
|
|
14:00
|
ACETILCISTEÍNA
5 ML
|
|
|
15:00
|
|
|
|
17:30
|
ZINNAT 5 ML
|
|
|
18:00
|
1
|
1
|
|
18:30
|
CETOTIFENO 5 ML
|
CETOTIFENO 5 ML
|
|
19:00
|
|
|
|
19:30
|
|
|
|
20:00
|
ACETILCISTEÍNA
5 ML
|
|
|
|
||
SE PRECISAR ,
NEBULIZAR A LAÍS COM
SORO + 10 GOTAS
DE MUCOSOLVAN
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Cada hora tem a sua coisa...
Quem acompanha o meu blog sabe que minhas filhas nasceram prematuras, com 31 semanas, todas duas com menos de dois quilos e a Ísis, com dificuldade respiratória. Já narrei antes que elas demoraram para sentar, engatinhar, andar, falar, tirar a fralda e... eu pensava que tinha me livrado de estresses deste tipo, das cobranças, comparações e do sentimento de culpa... Mas não me livrei! O aniversário de cinco anos se aproxima e agora tem a angústia da alfabetização. Em post recente, eu contei do entusiasmo da Laís com a leitura, que ia começar a alfabetizá-la em casa, etc. Só que hoje, quando comecei, notei que não vai ser nada fácil, é provável que demore bem mais do que eu estava imaginando...exatamente como foi com todas as outras etapas... Eu sei, já devia estar conformada, mas é que agora o buraco é mais embaixo, a pisada é no meu calo. Eu não sou uma mãe qualquer, sou uma pedagoga que trabalha com formação de professores alfabetizadores, tenho cursos, experiência, um nome a zelar!!!! E aí as pessoas vêm me dizer felizes como seus filhos são inteligentes, adiantados, pensam rápido... eu não consigo escapar de não ficar arrasada! Logo eu, que já tranquilizei tantas mães dizendo para respeitar o tempo de aprendizagem de cada criança, que cada um é mais hábil nesta ou naquela coisa, sinto na pele o sofrimento de cada uma, enxergo com mais clareza o sentido da lágrima caída... Sei que não vai ser fácil carregar este pequeno fardo (fardo grande é doença), mas tentarei não pressioná-las, tentarei não prestar atenção nos comentários maldosos, tentarei contar outras pequenas vitórias para não me sentir tão mal assim, tentarei (juro!) compará-las somente com elas mesmas e fazer deste momento tão mágico de esforço e conquista, uma estrada mais leve e de caminho seguro, como sempre foi a alfabetização de todos os meus alunos, retirando as pedras uma a uma, afinal de contas, cada hora tem a sua coisa... Por que haveria de ser diferente com elas? Só porque sou EU a mãe?
domingo, 16 de dezembro de 2012
Louca para aprender a ler
Os
amigos que
reclamavam que eu
escrevia mais sobre
a Laís devem estar satisfeitos
agora , pois
notei ao publicar o último
artigo que
só dá Ísis neste blog, e ainda faltam muitas histórias
para contar , inclusive da busca
por uma boa fonoaudióloga ,
já que
a dela só fazia reclamar ...
Pois
é, escreverei sobre
a Laís então , que
(agora sim )
está sedenta por
aprender a ler . Quis escrever ela mesma a
cartinha para o Papai
Noel, clamou por um
alfabeto móvel ,
quer repetir
a história dos livros
diversas vezes de memória ,
pergunta o tempo
todo onde
está escrito cada
coisa . Eu
me rendi e espero apenas
a compra de uma impressora
para começar
a alfabetizá-la, sinto que ela não vai aguentar
esperar até completar seis anos ... Já
alfabetizei tantas crianças , por que não com minha própria filha ? Ao mesmo
tempo , tenho o máximo
cuidado para
não me
empolgar e intervir mais do que
devo... se bem que
ela mesma
se cansa e me coloca o freio : “Ah, mãe ,
agora eu
vou escrever assim ...” e faz umas cobrinhas imitando a escrita corrida
dos adultos . Eu
pergunto: “Mas não
vai usar as letras ?”
Ela faz carinha
de descaso e diz: “Ah, não , deixa eu escrever do jeito de criança ...”
sábado, 15 de dezembro de 2012
Um susto e... três pontos na testa!
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Tinha uma LUA no meio da página...
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Quero jogar futebol!!!!
Laís já acordou com todo o gás. Pediu para colocar o uniforme do Vasco e ficou assim, o dia inteiro, com a bola na mão esperando que o pai a levasse para jogar futebol na quadra. Mas com a Ísis doente, nada feito. Passou o dia vendo dvds. Tadinha, vamos rezar para que o verão chegue logo, filha, aí você vai jogar futebol quantas vezes você quiser!
sexta-feira, 27 de julho de 2012
Menina Taká, primeiro livro da Laís
Laís trabalha no seu primeiro livro: "Menina Taká", personagem que ela criou, batizou e conta com a minha ajuda para colocar no papel. Já escrevemos a primeira parte, mas ela quer sempre terminar e com "felizes para sempre", como nos contos de fadas. No entanto, a Menina Taká parece mais ter saído de um conto de ficção científica, sua aparência física não tem nada de convencional. Quanto mais eu pergunto sobre ela mais a Laís se empolga e inventa mais detalhes sobre ela. Não tem muito "mais"? Pois é. A mãe escritora tomou um pito da Clarice mirim: "Mãe, não é pra colocar toda hora Menina Taká, Menina Taká!" Eu, que só quis acompanhar a fala dela, no lugar de emprestar a minha, fiquei sem palavras.sábado, 12 de maio de 2012
Ser mãe é... (FELIZ DIA DAS MÃES!)
...ver filme
dublado mesmo detestando simplesmente por
não conseguir
sentar para ler a legenda .
...engordar de tanto beliscar o biscoito , o pão
de queijo , a batata
frita e a pizza
delas.
...abandonar a dieta saudável
e começar a comprar biscoito , pão branco , açúcar
refinado e... guloseimas para fazer chantagem na hora
da comida . “Você
come a cenoura que
eu te
dou chocolate !”
...interromper as compras mais de
dez vezes
para levá-las ao banheiro ,
mesmo sabendo que
o intuito é fazer
bagunça no mercado !
...ouvir “Eu te amo , mamãe ” várias vezes por dia acompanhado de um abraço apertado .
FELIZ DIA DAS MÃES!
Tem mais em www.maeemdosedupla.bebeblog.com.br
domingo, 6 de maio de 2012
Tudo novo de novo (no hospital)
Promessa de zoo com Fefê e Alice viraram um quase dia inteiro no hospital. De novo, Ísis com pneumonia e Laís com sinusite. Estava tentando o máximo evitar as emergências por conta da epidemia de dengue, mas não deu... a Laís parou de comer, e quando a gente a obriga, vomita tudo. Tava muito cheio, mães e pais estressados... De quebra, quando chego em casa, percebo que o antibiótico comprado na Pacheco estava com o lacre violado, vidro aberto e líquido derramado... Graças a Deus a farmácia aqui perto nos salvou... de novo!!!!
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Vamos mudar um pouco essa história?

___ Ué , mas não foram felizes para sempre ...
___ Eles foram felizes para sempre .
___ Mas ela não é princesa!
___ É sim .
___ Ela não tem vestido ...
___ A roupa dela é diferente .
___ O vestido é amarelo ... e ela não se casou com o príncipe ...
___ Fez melhor , se casou direto com o rei .
___ Mas não é príncipe ... ela não tem príncipe ... Vamos fazer um príncipe pra ela , dobrar pequenininho e colocar dentro da história !
sábado, 18 de fevereiro de 2012
É Carnaval, gente!
A varinha quebrou, a coroa machucou, o vestido respingou, mas ninguém perdeu o pique!
Quem quiser conferir, tem novo artigo no outro blog:
maeemdosedupla.bebeblog.com.br
domingo, 18 de dezembro de 2011
sábado, 12 de novembro de 2011
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Depois da tempestade...
Depois da tempestade, vem a bonança... Quinze dias em recuperação, e o diagnóstico foi exatamente o mesmo de meses atrás: pneumonia na Ísis e sinusite na Laís. Só que desta vez o antibiótico demorou a fazer efeito e ainda persiste (mas pouco) uma tosse muito intensa, tipo da que já fez o pai delas desmaiar algumas vezes. O meu medo aumenta, uma vez que já vi acontecer com ele, pinta um desespero. À noite fica difícil dormir... Os remédios de rotina já são muitos, em episódios deste tipo dobram de número, inclusive as contas da farmácia, que sobem assustadoramente!!! Hoje fez um solzinho, descemos pro parquinho. Coitadas, estavam há quinze dias sem pôr a cara na rua...
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Diário das superescritoras mirins
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Diário de uma (nova) internação - parte I
Já disse antes (ou pior, escrevi) que doenças não seriam mais o meu assunto neste blog, mas algumas coisas são inevitáveis na vida. Acabamos de vir de uma internação de 7 dias por adenite e amigdalite. Não preciso nem dizer de quem, né? Pois é, a Laís continua com a imunidade em baixa, acredito eu por falta de comer frutas, principalmente. Como o paladar dela é muito seletivo, até os suplementos ficam complicados de se administrar. Sobraram coisas boas e ruins, posso dizer que foram sete dias bem "animados". Vou contando aos poucos, aqui e no outro blog, pois costumo atualizá-los com posts distintos.Começando bem, acho que foram sempre muito legais as visitas das contadoras de histórias da "Associação Viva e deixe viver", que fizeram a alegria da Laís. Incansável, ela esperava ansiosamente e deliciava-se com cada palavra. Aproveito para parabenizar estas pessoas pelo trabalho lindo que realizam.
Assinar:
Postagens (Atom)















